segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Filosofia é música que se faz com a alma, sabia?


Ciclo de palestras Nova Acrópole é tema de reportagem
no jornal Folha do Estado, de Cuiabá, confira!


“Estar vivo não significa viver, pois viver é algo um pouco mais complexo; é aquilo que faz o ser humano se relacionar com tudo aquilo que toca. Aprender a se harmonizar exige uma ciência que se chama a arte de viver e é isso que a filosofia traz ao ser humano, uma arte que se faz com a alma” (Roni Almeida, professor de filosofia e diretor da Nova Acrópole Cuiabá)

Reportagem divulgada na edição de sábado (25/01) do jornal Folha do Estado, acesse e leia o texto na íntegra: http://www.magtab.com/leitor/543/edicao/7174

Dúvidas sobre a palestra?
Ligue para os nossos telefones (65) 2120-9002/ 9919-1700

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domingo, 26 de janeiro de 2014

A grande obra do ser humano: ser (e não ter ou fazer)



"A grande obra do ser humano é ser e não fazer coisas; está no eterno e não no que é temporário. A sabedoria está no coração do ser humano, está na capacidade de conhecer a si mesmo e se harmonizar com as pessoas, está na capacidade de conquistar virtudes",

"Aquilo que nos leva à sabedoria sempre nos 'conecta' com o outro; ou seja, integra, constrói pontes; não é, portanto, aquilo que nos leva ao isolamento"

Estas são palavras da professora de Brasília, Ana Cristina Machado, durante palestra 'A vocação do filósofo', para os membros da Nova Acrópole Cuiabá no sábado (25/01). Na ocasião também foi realizada a formatura dos novos membros da escola e um diálogo filosófico, com o tema 'amizade', em que se chegou à conclusão que 'amizade é um encontro de almas, e que por isso independe de questões materiais, depende da pré-disposição de amar e cuidar do outro, desenvolvendo virtudes como lealdade, confiança e amor ao longo da trajetória'. As amizades surgem a partir dos ciclos, algumas deixam marcas maiores que as outras menores, mas todos têm algo em comum: vem nos ensinar e nos acrescentar algo.



Nova Acrópole Cuiabá faz programação de palestras



Ciclo de palestras é tema de reportagem no jornal
Diário de Cuiabá, confira o texto! Participe
!


Como viver uma vida plena e feliz? De que modo não se desgastar com o estresse do dia a dia? Como lidar com as dores que afligem a humanidade? Mesmo sendo uma pessoa comum, é possível desenvolver qualidades morais? 

Responder a essas perguntas fundamentais foi a única paixão de Epicteto, um filósofo grego estoico que viveu a maior parte de sua vida em Roma, como escravo a serviço de Epafrodito, o cruel secretário de Nero, que conforme a literatura, uma vez lhe quebrou uma perna. Embora suas obras sejam menos conhecidas hoje, em função do declínio do ensino da cultura clássica, tiveram enorme influência sobre as ideias dos principais pensadores da arte de viver durante quase 2 mil anos. Para Epicteto, vida feliz e vida virtuosa são sinônimas. Felicidade e realização pessoal são consequências naturais de atitudes corretas. Para entender um pouco mais a proposta desse e de outros grandes filósofos e mestres da humanidade, a Nova Acrópole Cuiabá convidada a todos para uma palestra gratuita amanhã (28/01), às 19h30, com o tema “Como buscar a verdade em um mundo sem respostas”. 

Para o professor de filosofia Roni Almeida, a primeira ideia a ser esclarecida: estar vivo não significa viver, pois viver é algo um pouco mais complexo; é aquilo que faz o ser humano se relacionar com tudo aquilo que toca. Aprender a se harmonizar exige uma ciência que se chama a arte de viver. Embora os familiares se esforcem para oferecer um direcionamento nesse sentido, viver vai além dos imperativos da vida material, é mais que ter uma profissão, um trabalho, comprar uma casa, um carro, casar-se, ter filhos ou viajar.

Leia reportagem completa que foi publicada no sábado (25/01) no caderno Folha 3 do Diário de Cuiabá: http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=445920

Outras informações: (65) 2120-9002/ 9919-1700
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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Vias de cessação da dor



'A dor não vai embora sozinha. É preciso mandá-la embora'


As retas opiniões: trabalho diário para sair da ignorância e chegar paulatinamente à sabedoria. Nossas opiniões serão cada vez mais retas quanto mais nos afastarmos da subjetividade, do orgulho das nossas crenças consideradas superiores a outras, do desejo de ter sempre razão.

As retas intenções: substituir egoísmo por generosidade

As retas ações: consequência das retas intenções, agrega-se aqui a vontade de atuar, fazer.

As retas palavras: obriga-nos a pensar antes de abrir a boca. Queremos nos comunicar com as pessoas ou simplesmente discutir e preencher o silêncio com vozes vazias?

Os retos meios de vida: implicam uma conduta moral.
O reto esforço: quem se esforça para dar e fazer o máximo, estende os limites da sua capacidade, quanto mais se esforça, mais pode.

A reta atenção: este é o mais alto poder da consciência, se bem dirigida, é mais forte ainda.

A reta concentração: consiste em estar a maior parte do dia no eixo da nossa consciência, eliminando as oscilações emocionais e mentais.

O que fazer enquanto tentamos superar a dor?

Não se paralisar por isso. Não esperar que a dor desapareça totalmente para continuar com as nossas ações ou empreender outras novas e melhores. É preciso saber caminhar de mãos dadas com a dor. Não cair na impaciência, nem nas emoções ou ideias de subvalorização, deve-se tratar de sair do escuro poço da dor e fazer com que a auto-estima cresça. Não se irritar, não culpar os demais e, sobretudo, levar sempre em conta os muitos fatores que nos dão satisfação, que nos dão alegria e entusiasmo, os muitos benefícios que a vida nos outorgou, sem ser ingratos com o destino.

Fonte: trecho extraído do livro 'Para se conhecer melhor, de Delia Steinberg Guzmán, páginas 39 e 40. Veja mais sobre o assunto no https://www.facebook.com/NovaAcropoleCuiaba.


NOVA ACRÓPOLE CUIABÁ

Rua Mané Garrincha, nº 82, quadra 05, bairro Alvorada. Sobrado de 2 andares branco e verde, com a estátua de Apolo no jardim. Ponto de referência: é a rua atrás do Hospital Julio Müller. Contatos: (65) 2120-9002/ 9919-1700. Haverá abertura de nova turma este mês! Aproveita oportunidade, venha conhecer, inscreva-se!

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Conhecer-se a si mesmo


Narciso 'não gostava daquilo que não fosse
sua imagem refletida'. E você, é como ele?
Imagem de Caravaggio,  pintor barroco

Falamos de trabalhos difíceis, de matérias difíceis, de situações difíceis, de atuações ou circunstâncias difíceis, de pessoas difíceis, de épocas difíceis...a lista seria interminável e não pretendemos completá-la nem dar uma solução para cada um dos casos nestas poucas linhas. Queremos sim, chamar a atenção sobre a posição interior de quem deve se enfrentar com o 'difícil'.

Quase todos reconhecemos que há coisas fáceis: geralmente são as que os outros fazem e umas poucas que nós mesmos realizamos satisfatoriamente. Não sei por que a maioria das pessoas pensa que 'os outros' têm coisas fáceis para fazer e que a vida acumula as dificuldades sobre si e não sobre os demais. Talvez seja porque a maioria das pessoas não sabe se colocar verdadeiramente no lugar dos demais.

Por outro lado, cada um sabe que por dar conta de certas situações e que tem capacidade para fazer bem ou muito bem algumas tarefas. Porém, junto a essas, somam-se muitíssimas outras que se veem como insolúveis, como metas inalcançáveis.

Pense um pouco: o fácil em si não existe. Se perguntássemos, uma a um, o que considera fácil, todos responderiam de maneira diferente. Existe, isto sim, o que sabemos e o que podemos fazer, e o que nem sabemos nem podemos fazer. O fácil é o já aprendido, o que já se dominou e se realiza com desenvoltura. Quando, onde e como aprendemos? O que importa é que o aprendido e o assimilado se refletem como uma certa facilidade para atuar na vida.

Você costuma desistir do que é 'difícil'?
Do mesmo modo, o difícil em si não existe; depende da pessoa e de seu saber acumulado. O que não se conhece, o que se apresenta como algo novo, leva a máscara do difícil. É provável que, por não saber resolver a situação, se continue chamando de 'difícil' por muitos anos uma coisa, que já não é tão desconhecida nem nova, mas repetitiva e temida. A experiência do medo e do temor ao novo não é a que nos leva a superar o difícil. Precisamente, para evitar dificuldades, deve-se evitar todo traço de temor.

É natural que a vida esteja repleta de coisas difíceis. Todos viemos ao mundo para aprender e para somar novos conhecimentos. Se tudo fosse sempre fácil, seria para chamar nossa atenção: ou estancamos no que já sabemos, ou nos tornamos inconscientes e não reconhecemos os novos degraus. O difícil é o que nos põe frente ao que nos cumpre adquirir neste momento, ao que - parecendo uma dura prova - é, no entanto, o exercício indispensável para que as experiências abram caminho na consciência.

Fonte: Para se conhecer melhor, Delia Steinberg Guzmán, Ed. Nova Acrópole, páginas 25, 26 e 27

Participe: palestras de abertura de turma!

A Nova Acrópole Cuiabá convida você para participar das palestras gratuitas de abertura de turma nos dias 28/01 e 04/02, às 19h30. Participe! As aulas regulares começam no dia 11/02...



Quer saber mais a respeito? 
Ligue: (65) 2120-9002/ 9919-1700

Acompanhe-nos:

Nosso endereço mudou! 
Rua Mané Garrincha, nº 82, quadra 05, bairro Alvorada. Descrição: sobrado de 2 andares branco e verde, com a estátua de Apolo no jardim. Ponto de referência: é a rua atrás do Hospital Julio Müller.

Boa volta às aulas! Excelente 2014 alunos e amigos!

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Quando os bons vão embora


A estudante da Nova Acrópole Cuiabá, Caroline Pilz Pinnow, escreveu um artigo sobre a morte de Nelson Mandela, que foi publicado no jornal Folha do Estado de hoje. O texto leva em consideração alguns princípios básicos estudados na escola, como a valorização do homem, as virtudes, e a capacidade humana para o bem, o belo e o justo. Ela também questiona o que separa figuras tão nobres como Mandela, de homens comuns como nós.

Leia no jornal: http://www.magtab.com/leitor/543/edicao/6643


sábado, 7 de dezembro de 2013

DICA DE FILME




"Quanto mais conheço uma coisa...mais percebo o quanto desconheço o resto. O que existe é um oceano de desconhecimento, em princípio infinito. Nunca vamos poder saber tudo, ter uma visão completa, o que nos torna mais humanos e menos deuses"


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

INVICTUS/ INVENCÍVEL




~ O poema que inspirou Nelson Mandela ~

Quando aprisionado em Robben Island, onde cumpria pena de trabalhos forçados, o líder sul-africano, símbolo da luta contra o Apartheid, encontrou nas palavras de William Ernest Henley a esperança e a força necessárias para se manter vivo. Mandela conta que toda vez que começava a esmorecer, lia e relia o texto, em busca de um 'companheiro' para a dor.


Invictus

Dentro da noite que me rodeia
Negra como um poço de lado-a-lado
Eu agradeço aos deuses que existem
Por minha alma indomável

Nas garras cruéis da circunstância
Eu não tremo ou me desespero
Sob os duros golpes do destino
Minha cabeça sangra, mas não se curva

Além deste lugar de raiva e pranto
Paira somente o horror da sombra
E, ainda assim, a ameaça do tempo
Vai me encontrar e há de achar-me, destemido

Não importa quão estreito é o portão,
Não importa o tamanho do castigo.
Eu sou o dono do meu destino.
Eu sou o capitão da minha alma.


>>Quem foi William Ernest Henley?<<
Poeta e crítico da Era Vitoriana (No Reino Unido foi o período do reinado da rainha Vitória, em meados do século 19, de junho de 1837 a janeiro de 1901). O poema foi escrito em 1875 e publicado pela primeira vez em 1888. Na idade de 12 anos, Henley foi vítima de tuberculose do osso. Poucos anos depois, a doença evoluiu para o pé, e os médicos anunciaram que a única maneira de salvar a sua vida era amputar diretamente abaixo do joelho. Ele foi amputado quando tinha 16 anos. Trabalhou para sustentar a mãe e os irmãos após a morte de seu pai e perdeu sua única filha, de 6 anos, vítima de meningite. Em 1875, ele escreveu o poema 'Invictus' de uma cama de hospital. Apesar de sua deficiência, ele sobreviveu com um pé intacto e levou uma vida ativa até a sua morte aos 53 anos de idade.